“Cores de Almodóvar, cores de Frida Kahlo, cores…”

Tem dias que a gente está preto e branco, não é? Não sei com vocês, mas comigo, as cores funcionam terapeuticamente. Tem dias que acordo azul. Sinto que preciso dessa cor e coloco roupa, sapato, unha, colar, tudo azul. E me sinto muito bem. Só que noutros dias, sei que preciso de cores, só não sei bem qual. São os dias de forte desânimo, dias difíceis! É aí que percebo que uma só cor não basta. Preciso do colorido. A cromoterapia deve me explicar e me entender… Sei bem que não é loucura. rs

Na semana passada me senti bem descolorida. Resolvi deixar um post no facebook sobre isso. E acabei ganhando um lindo presente. Isso mesmo, essa linda imagem que vcs vêem ao lado foi o meu presente. Quem sentiu o que eu estava precisando? Minha amiga Juliana Lacerda. Ela postou essa imagem e me disse que esse é um quadro pintado pela mãe dela.

Além do colorido que me preencheu, eu senti tantas outras coisas ao vê-lo. Essa trilha de flores… Esse portão aberto… Esse caminho vazio…

Alguém entrou e deixou o portão aberto para outro alguém entrar? Alguém saiu? Alguém a esperar? Só sei que esse é um lugar em que eu gostaria de estar, respirando todas essas cores! É nesse lugar que eu gostaria de receber um tão esperado abraço à beira deste portão… Depois olhar ao redor e agradecer à Deus por tamanha beleza e felicidade!

Sabe um sonho de olhos abertos? É esse!

Eu viajei nessa imagem.

Que Deus abençoe mãos como as da minha tia Carla Andrade de Lacerda, para que possam trazer para os sedentos de sensações, de sonhos, de cores, o acalento, o deslumbramento, o pedacinho do Céu.

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“Livrai-nos de todo o mal, amém.”

Já tive provas da transitoriedade dessa vida.

Já vi que ninguém é de ninguém.

E do que adiantou isso pra mim? Parece que a cada dia eu ainda preciso aprender (aceitar, digerir), isso melhor…

Ao receber a notícia de um acidente, mesmo que sem vítimas fatais, meu coração sangrou. Me senti atordoada!

Parece que quanto mais a gente perde (?) alguém, menos a gente sabe perder os próximos. Essa sensação me tomou. Gelei! Orei!

Senti menos vontade de ficar só, corri pro ninho materno, senti vontade de abraçar todos que amo, Grudei no filhote!

Que medo é esse que me toma?

“Livrai-nos de todo o mal, amém.”

Minha amiga(irmã), segunda mãe(amiga), este post é dedicado a todo o amor que sinto por vcs.